quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Psicodália 2015 de Carnaval, um lugar de experiências

PARTE I






13/02, sexta:

Mochilas e câmeras fotográficas prontas e pé na estrada para mais um ano de experiências sonoras, existenciais, individuais e coletivas. Saímos de Chapecó, Velho Oeste catarinense, já era passado da meia noite de quinta para a sexta-feira. A viagem como um todo foi tranquila e musical. O ônibus veio de São Miguel do Oeste já com algumas pessoas. Passamos pelas cidades visinhas de Xaxim e Xanxerê pegar outro povo e... demovia! A trilha sonora da viagem até Rio Negrinho foi Emerson, Lake & Palmer e King Crimson, além de um violão que rodava dentro do ônibus. Em torno de oito horas de estrada, o destino: Fazenda Evaristo, Festival Psicodália 2015 de carnaval. Foi nossa 9ª edição do festival (eu e Liza), sendo 5 delas trabalhando como imprensa na cobertura (registro fotográfico e textual do evento – divulgação pré e pós festival, pelos blogs, perfis em rede social e jornais impressos), uma tocando com a banda Epopeia (2013 – edição de ano novo) e 3 ou 4 edições (as primeiras que fomos) só curtindo o evento. A chuva fina que caiu quase o tempo todo fez muita lama e umidade, mas não fez do festival algo menos intenso. Chegamos cedo, em torno das 8 da manhã, e os portões abriram às 10h. Na chegada, uma paisagem invernal, ou seja, neblina e umidade, e os primeiros tiros (ou ‘clicks’).








  

Barracas armadas, câmeras na mão e um role pela fazenda. Em seguida fomos até a ‘sala de imprensa’ pegar as informações para nos organizarmos para as coletivas de imprensa com os artistas. E começamos com a banda Ave Sangria, com Marco Polo (vocal) e o violeiro Almir Oliveira. Já havíamos participado de uma coletiva com a Ave Sangria, da outra vez em que tocaram no festival. Marco Polo é um cara muito agradável, de senso crítico agudo e com boas histórias para contar. Almir também, um sujeito muito simples, típico músico pernambucano de ‘raiz’. Falaram um pouco da carreira, do retorno com a formação ‘original’ e da expectativa para o show que viria logo mais. E veio. Com tudo...



 



Mais um role e fomos visitar o acampamento da galera do Velho Oeste, tomar umas deliciosas cervejas artesanais feitas pelo Giva, velho amigo e grande baterista que tocou comigo e com a Liza ainda quando tínhamos bandas punk, em meados dos anos 90, e que hoje toca nas bandas curitibanas Ruído/mm e Red Tomatoes. Com o povo de Xaxim, Xanxerê e Chapecó, também dividimos cachaça artesanal e graspa, além dos churrascos,  tudo com muita alegria, já que se tratava de pessoas de alto nível humano. Demais!


























Cai a noite e a primeira banda que abre o Psicodália 2015 no Palco Lunar, com muito estilo e musicalidade, é o Quarto Sensorial. Bandaça! Sonzaço! Um trio progressivo de rock instrumental. As nuances musicais, solos e arranjos muito bem elaborados e complexos faziam lembrar Rush, King Crimson, e por aí vai. Músicos de mão e alma cheias. Virtuose, sofisticação e energia. Um baixista muito bom, um guitarrista rápido e dinâmico e um batera dos melhores que já pude ver/ouvir. Já conhecia a banda de outras edições, inclusive, tocamos no mesmo palco em 2013 com a Epopeia. Enfim, um show intenso e maravilhosamente musical.





























Um intervalo e eis que sobe ao palco uma das bandas que mais gosto do rock brasileiro, a épica Ave Sangria. Desta vez com grande parte da formação ‘original’. Um magnífico momento com suas belas, ousadas, críticas, satíricas e poéticas composições. Rock e cultura pernambucana ecoando pela fazenda. Simplesmente genial e cheia de sensibilidade. Assim foi o grande show da grande Ave Sangria!













Depois dos dois primeiros showzaços do festival, uma circulada para um chope, encontrar pessoas, amigos/as e etc. Retornamos frente ao palco e pudemos curtir a Orquestra Contemporânea de Olinda. Baita show! Mais música nordestina, para dançar, cantar e curtir. Bom demais! Musicalmente e culturalmente falando. Boas impressões com quem falei depois do show. Não conhecia e elevou ainda mais a minha (nossa) alegria. Depois mais role, conversas, tiros (fotos), tragos e estragos, até o cansaço total vir e derrubar. Boa noite com uma garoa fina e o riso das rãs no lago atrás do nosso acampamento.
























Sábado, 14/02

Acordamos no sábado já era quase meio-dia. Almoço tardio. Depois aquele role. Neste tempo acabamos perdendo a coletiva com a Baby Consuelo (do Brasil). Mas o dia prosseguiu alegre e molhado, com um tiro aqui, outro ali. Fomos até o Palco do Sol para ver/ouvir o que rolava por lá, e pegamos o show da Luana Godin e banda. Muito legal. Algo de MPB, samba e afins. Um belo show que fez o público relaxar, cantar, dançar, curtir. Depois fomos visitar e registrar algumas oficinas e outros lances    que aconteciam pela fazenda. Pausa para recarregar as baterias, das câmeras e as nossas. Um banho e o jantar. Começa o show da Baby do Brasil. Sinceramente, o show que menos gostei no festival. Um show muito ‘correto’, com pouca intensidade (se comparado aos demais), repertório mais ‘pop’ da sua carreira solo. Cantou uma ou duas dos Novos Baianos que ‘salvou’ o show. Canta muito ainda a Baby e seu filho um grande guitarrista. Mas esta é apenas a minha opinião (Herman). Não me empolgou e fiquei vendo/ouvindo de longe, bebericando um chopezinho.
















Na sequência sobe ao palco, tocando músicas novas entre as já ‘clássicas’, a também ‘clássica’ banda do festival Confraria da Costa. Muita cantoria, dança e rum. Um show, como sempre, agitado, divertido e dançante. Membro novo na banda, o violinista (muito bom, diga-se de passagem). Canções de pirata e a lama espirrando pra tudo quanto é lado. Saímos numa altura do show para um role, encontrar amigos, beber e comer algo e dar alguns tiros, até o cansaço chegar e derrubar. Boa noite!





 





Domingo, 15/02

Acordamos um pouco mais cedo que os outros dias, a modo de pegar o show da banda O Terno, que aconteceu um pouco cedo da tarde. Almoço concluído, câmeras prontas e rumo ao Palco do Sol. O show já havia começado. E que ‘puta show, eim?!’ Demais! Já conhecia a banda, mas confesso que não dava a devida atenção para ela. Que baita show! Um trio que sabe muito bem o que faz num palco. Dos melhores timbres de guitarra que já pude ouvir. Uma cozinha muito bem feita, dando chão para o grande guitarrista e vocal fazer sua parte. Canções bonitas, de boas letras e melodias com arranjos sofisticadíssimos. Nuances de MPB, jazz, bossa, psicodelia e até garage rock. Um som fino e bem feito. Uma das belas surpresas desta edição para mim. Juro que não esperava! O guitarrista domina o instrumento, seus timbres, arranjos, solos e efeitos como poucos. Me deu até uma vontade de tocar naquele instante mesmo. Showzaço!












Entre um show e outro, fomos até a coletiva de imprensa com Flávio Basso, o Júpiter Maçã. Um momento interessante de diálogo e boas histórias (ou ‘estórias’). Questões e apontamentos em torno da carreira deste que é uma das grandes personalidades do chamado ‘rock gaúcho’, da psicodelia e folk  do Sul do país. Quando perguntado pela Liza sobre a perspectiva do show, Júpiter disse: “Vou dar o melhor de mim!”. Um pouco sério nas suas colocações, porém, muito simpático e educado, Júpiter, bebendo café e água, dialogou com muito estilo com os jornalistas. Quase no final da coletiva, curioso com o formato do show, perguntei ao Flávio (mais ou menos assim): "Na edição passada do Psicodália, Wander Wildner fez um baita show, em que, acompanhado de uma banda, um dos momentos altos foi quando ele cantou 'Lugar do Caralho', onde o público cantou junto em bom e alto tom. E hoje, como vai ser, se com o Wildner já foi algo estrondoso?" A resposta: "Só posso te dizer que hoje vocês terão a versão do autor...".




























Passado algum tempo, sobe ao Palco do Sol a banda Skrotes. Já ouvi em gravação a banda e já me falaram bem dela. Uma boa banda, com muita pegada e boas composições. Um trio instrumental de teclado, baixo e bateria. Um som ora pesado, ora sutil, mas com muita personalidade. Gostei bastante do show. Boa cozinha e um tecladista que senta o braço no teclado, além de tocar muito bem.




 


A próxima banda eu não conhecia, mas como gosto demais de música cigana do leste europeu, a Klezmorim me deu este prazer. Já tinha ouvido falar bem da banda. Grande show! Divertido e bem musical. Os instrumentos de sopro deram um brilho especial ao show, além dos ritmos dançantes ciganos. Bom demais! Um deleite e tanto!




























Um intervalo de tempo para aguardar um show que, antes do Psicodália, era discutido nas redes sociais, sob tudo, depois de ter ido ao ar a entrevista do Júpiter Maçã com o Rogério Skylab. “Júpiter vai tocar em formato voz e violão, sozinho no palco? Vai conseguir? Ou com banda? Vai ser bom? Vai ser ruim?”. “Júpiter já era!”, até disseram alguns. Confesso que também fiquei curioso, frente a todos os rumores que rolavam. ‘Como seria o show do Júpiter Maçã no Psicodália?’

Continua...


terça-feira, fevereiro 24, 2015

Psicodália termina 18ª edição com público recorde

Mais de seis mil pessoas acompanharam shows, oficinas, cinema e apresentações teatrais nos seis dias de evento




Nem mesmo a chuva foi capaz de tirar o brilho e a energia do 18º Psicodália, festival que ocorreu em Rio Negrinho (SC), de 13 a 18 de fevereiro. O carnaval alternativo reuniu um público recorde de 6.160 pessoas, entre crianças, jovens e adultos. A imensa maioria ficou acampada na Fazenda Evaristo, que recebeu o evento pela sexta vez, com uma programação diferenciada de oficinas, shows e atividades para todos os gostos: cinema, teatro, artesanato e muita, muita música. Além da possibilidade de “voar” na tirolesa de 502 metros e relaxar na cachoeira recém descoberta na área da fazenda.

“A energia no Psicodália é tão grande que nem mesmo a chuva incessante conseguiu atrapalhar. Para onde se olhava, era possível ver adultos que mais pareciam crianças, felizes da vida, pisando na lama sem se importar. Esse público que prestigia o Psicodália, sinceramente, acho que não tem igual no Brasil”, afirma Djan  Di Luiz, coordenador de comunicação do evento.

Para o sucesso do festival, a organização contou com uma equipe de 600 funcionários, entre segurança, limpeza, produção, alimentação, assessoria de imprensa, iluminação, som e monitores. Tudo para atender o público não só de forma organizada, mas também eficiente. A produção se mostrou preparada para seguir sua programação, mesmo embaixo de chuva, com palcos, tendas e área de alimentação cobertos para o público.

As performances deste que é um dos mais importantes festivais do Brasil, atraíram o público para frente dos palcos antes mesmo do som começar, na busca de garantir o melhor lugar para ver de perto grandes nomes da música brasileira de diferentes gerações, entre os quais Baby do Brasil, Ave Sangria, Arnaldo Baptista, Próspero Albanese, Jards Macalé, Júpiter Maçã, O Terno e Metá Metá. Além do líder da banda Jethro Tull, Ian Anderson, atração internacional deste ano.



















A lama provocada pela chuva que não deu trégua jamais intimidou a plateia que viveu momentos históricos como o do Sarau de Arnaldo Baptista, no Palco do Sol.  Nem na madrugada a música parou, já que o Palco dos Guerreiros garantiu a 'sonzera' madrugada adentro. Ao todo, foram quatro palcos oficiais: Lunar, do Sol, Guerreiros e Livre, que recebeu inscrições na hora. Juntos, reuniram mais de 300 artistas, distribuídos em 58 shows. Como no Psicodália a arte não para, foi possível conferir apresentações diversas e espontâneas por toda a fazenda, quase que 24 horas por dia.


quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Psicodália 2015 começa nesta sexta-feira (13)



Baby do Brasil, Júpiter Maçã e o ex-vocalista da banda Joelho de Porco, Próspero Albanese reforçam o line up do festival que acontece durante o Carnaval


O Psicodália 2015 que já estava bom ficou ainda melhor, com o anúncio de novos nomes fortes da música brasileira na programação que acontece de 13 a 18 de fevereiro, na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho (SC).  Baby do Brasil, Júpiter Maçã e Próspero Albanese, a voz da banda Joelho de Porco, se juntam a Ian Anderson (Jethro Tull), Arnaldo Baptista, Jards Macalé, Ave Sangria e mais de 30 bandas para garantir um carnaval especial.

Serão mais de 40 shows, além de teatro, cinema, oficinas, atividades de recreação e aventura, em um espaço com mais de 500 m2 de área verde, com lagos e cascatas. A programação completa pode ser conferida no site do evento, onde é possível também comprar o passaporte que dá acesso a camping, com toda estrutura, inclusive uma cozinha coletiva. As compras este ano devem ser feitas pelo Disk Ingresso no www.psicodalia.com.br.  

Baby, Júpiter e Próspero
Baby do Brasil volta os tempos de Baby Consuelo no show “Baby Sucessos”, em comemoração aos seus 60 anos de carreira. “Menino do Rio”, “Tudo Azul”, “Cósmica”, “Todo Dia Era Dia de Índio”, “Um Auê Com  Você”, entre outras canções, estão no repertório do show dirigido pelo filho da cantora, Pedro  Baby, responsável pelo resgate do repertório clássico dela. Formado só de grandes hits de Baby e dos Novos Baianos, o show é perfeito para ela mostrar que não perdeu a majestade. A apresentação do Psicodália será no dia 14/2.

Júpiter Apple, que sobe ao palco do Psicodália no dia 15 de fevereiro, parece viver numa constante efervescência criativa. Para alegria dos fãs que acompanham sua carreira desde os tempos de Cascavelletes e TNT, Júpiter está de volta para celebrar a sua obra com a turnê Six Colours Frenesi, em que revisita os grandes hits de álbuns como “A Sétima Efervescência” e “Uma Tarde na Fruteira” e relembra a juventude transviada dos Cascavelletes e TNT.  Uma jornada pelas composições do artista, desde canções mod sessentistas, levezas jazz, rocks canalhas, baladas domingueiras a Bob Dylan e concretismos e timbres eletrônicos. 

E para encerrar a 18.ª edição do Psicodália foi convidado o e ex-vocalista da banda Joelho de Porco, Próspero Albanese. Ele sobe ao palco acompanhado de sua fiel tripulação para apresentar o show “Esbaforindo Rock´n Roll - Bye, Bye aos meus palcos antes que o vovô Alzheimer faça-me o seu convite de boas vindas...”, resultado do seu primeiro CD solo, coproduzido pelo multi-instrumentista, cantor, compositor, letrista e leal parceiro musical Guto Marialva.  Atualmente, Próspero está gravando uma nova obra fonográfica. No repertório do show, várias composições do tempo de Joelho e da carreira solo.

Oficinas, teatro e cinema
Cinquenta oficinas estão confirmadas no Psicodália 2015. As inscrições são feitas 30 minutos antes do início, mas é bom garantir a vaga uma hora antes, alerta a coordenadora Janaínna Henriques.  São oficinas de artesanato, circo, teatro, cinema e artes plásticas, além de palestras ambientais e sociais. “Procuramos contemplar diversas áreas de conhecimento e temas com valores diferenciados, como a prática da desobediência civil, além de debates e encontros de ideias sobre a economia e vida social. Queremos propor reflexões sobre como melhorar o mundo e tudo mais que pudermos oferecer como semente para que os participantes do Festival possam levar muitas "mudas" para serem espalhadas pelo mundo”, diz Janaínna.

Meio ambiente
Desde 2012 o Psicodália tem uma Política de Gestão de Resíduos Sólidos. Muitas ações foram feitas em prol do meio ambiente, sempre com foco na redução de resíduos, no reaproveitamento de materiais e na racionalização da água. Os resultados têm sido positivos e em 2015 o Festival inovou ainda mais, com o Plano de Gestão Ambiental e da Qualidade (PGAQ), coordenado pela designer, mestre em Gestão Ambiental, Rosângela Souza Araújo.
A proposta é ousada, mas não impossível. O Psicodália quer, primeiramente, ser um evento lixo zero, com metas tangíveis para redução de resíduos, a começar pelos orgânicos que devem ser compostados na própria Fazenda Evaristo, durante o evento.  Cada uma das áreas do festival terá pontos de coleta e separação de resíduos, além de oferecer ao público copos retornáveis.  Em 2014, o Psicodália gerou 8.470 Kg de resíduos sólidos, cerca de duas toneladas a menos que em 2013. Além disso, cerca de 20 mil litros de água foram economizados com a implementação de 23 banheiros secos.

Serviço:
Psicodália 2015
13 a 18/02/2015
Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho (SC)
A compra do passaporte dá direito: camping, shows, oficinas; peças de teatro, mostras de cinema; cozinha coletiva; acesso a restaurantes e bares 24h; visitas a lagoas, cascatas e trilhas; estacionamento para bicicletas, carros, motos, ônibus e motorhome; e segurança 24h. As formas de pagamento disponíveis são: ONLINE: Cartão de Crédito (até 5x, com juros)*
CALL CENTER (41) 3015-0808: Transferência/depósito bancário. PONTOS DE VENDA:
- Dinheiro; Cartão de Crédito e Cartão de Débito.

Informaçõeswww.psicodalia.com.br

quarta-feira, janeiro 28, 2015

Bandinha Di Dá Dó no Psicodália 2015.


“Um show inédito e irreverente que, regido por palhaços, vira um espetáculo e, acompanhado pelo público, se transforma em uma verdadeira festa”



Bandinha Di Dá Dó é á performática banda dos palhaços Cotoco, Teimoso Teimosia, Invisível e Zé Docinho. Surgiu nos palcos da cidade de Porto Alegre em 2005 e é formada pelos músicos Mauro Bruzza (acordeom e vocal), Thiago Ritter (baixo), Gabriel Grillo (guitarra) e Paulo Zé Barcellos (bateria), todos artistas de currículo em trilhas sonoras para teatro, circo e apresentações em diversas cidades do Brasil, América Latina e Europa. A banda apresenta um repertório de composições próprias, tanto instrumentais como cantadas, inspiradas na música cigana, na world music e no rock’n’roll.

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Jards Macalé no Psicodália

Perto de completar 35 anos atuando na música, o carioca é um dos headliners do festival. Passaportes estão à venda 



Compositor, intérprete, violonista, produtor e diretor musical, orquestrador e ator com mais de 35 anos de atuação artística, o carioca JARDS MACALÉ é um dos convidados do Psicodália 2015, festival que acontece de 13 a 18 de fevereiro, durante o Carnaval, em Rio Negrinho (SC).
Junto com ele, divididos em cinco palcos, estão Ian Anderson, o líder do Jethro Tull que vai mostrar um repertório com os sucessos de sua ex-banda; Arnaldo Baptista de volta aos palcos em carreira-solo e a pernambucana Ave Sangria, formação referência no rock rural e um dos principais expoentes da cena musical psicodélica dos anos 1970, com a formação original. Ao todo, serão mais de 40 shows, além de apresentações e oficinas teatrais.
Seis mil passaportes estão à venda, divididos em quatro lotes. A cada novo lote o valor muda. O passaporte dá acesso a camping, com toda estrutura, inclusive uma cozinha coletiva; shows, oficinas, peças de teatro e mostras de cinema. As compras este ano devem ser feitas através do Disk Ingresso, pelo site: www.psicodalia.com.br.
A Fazenda Evaristo, a 120 km de Curitiba (e 270 km de Florianópolis), é perfeita para a empreitada. São mais de 500 mil m2 de área verde que receberão toda a estrutura, com portaria, estacionamento e praça de alimentação 24 horas. O local terá ainda bares, minimercado e grandes áreas de camping arborizadas e equipadas com banheiros, iluminação, limpeza e segurança.
JARDS
Há quase 35 anos no cenário musical, Jards transita por várias formas da arte: no Cinema (trilhas sonoras, compositor, instrumentista e ator); Poesia (compositor, autor); Teatro (instrumentista, compositor e diretor musical); Artes Plásticas (produziu trilhas para exposições de alguns dos mais significativos e importantes artistas plásticos brasileiros); Televisão (instrumentista, ator); Shows & Gravações (produtor, orquestrador, diretor musical, instrumentista, cantor).
Atuou e atua tanto na música popular como na música erudita, do folclore a vanguarda, fazendo parcerias com músicos como John Cage, Erik Satie, entre outros.
Em concertos tocou, gravou, produziu, orquestrou, fez direção musical de vários músicos e artistas, entre os quais Maria Bethânia, Gal Costa, Naná Vasconcelos, Vagner Tiso, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal, Paulinho da Viola, Luis Melodia. Entre os parceiros de composição estão José Carlos Capinan, Torquato Neto, Waly Salomão, Vinicius de Moraes e Abel Silva. Jards também tem parcerias com novos nomes da música brasileira, tais como Tato Taborda (compositor de musica de invenção), Vulgue Tostoi e Mumismata (grupos de música eletrônica).
Sua mais recente colaboração com o teatro são algumas musicas para a peça "Os Sertões" de Euclides da Cunha, a pedido do diretor José Celso Martinez Corrêa.
Serviço:
Psicodália 2015
13 a 18/02/2015
Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho (SC)
A compra do passaporte dá direito: camping, shows, oficinas; peças de teatro, mostras de cinema; cozinha coletiva; acesso a restaurantes e bares 24h; visitas a lagoas, cascatas e trilhas; estacionamento para bicicletas, carros, motos, ônibus e motorhome; e segurança 24h. As formas de pagamento disponíveis são: ONLINE: Cartão de Crédito (até 5x, com juros)*
CALL CENTER (41) 3015-0808: Transferência/depósito bancário. PONTOS DE VENDA:
- Dinheiro; Cartão de Crédito e Cartão de Débito.

Informações: www.psicodalia.com.br

Informações para imprensa:
De Inverno Comunicação – Adriane Perin

41 9902-1814 – deinverno1@gmail.com – Skype: Adriane_perin

segunda-feira, janeiro 05, 2015

AVE SANGRIA no Psicodália 2015






Um dos expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, Ave Sangria participa do Psicodália 2015 com sua formação original: Marco Polo (vocal), Paulo Rafael (guitarra), Almir Oliveira (violão) e Ivinho (guitarra). 

Contemporânea de nomes como Alceu Valença, Lula Côrtes, Marconi Notaro e Lailson, a banda de rock rural se reencontrou 40 anos depois de seu fim. Seu único álbum, Ave Sangria, é de 1974, e graças às letras ousadas e demasiadamente avançadas pra época foi ‘recolhido’ e proibido de ser tocado em rádio, sob o argumento de que a música era “um insulto à moral da família pernambucana e uma apologia ao homossexualismo”.

Nada adiantou. O rock psicodélico universal e brasileiro da Ave ganhou o planeta. Se na época o fenômeno foi apenas no underground nacional, com o passar das décadas o disco Ave Sangria ganhou o respeito de colecionadores mundo afora.  A prensagem original sumiu dos sebos e passou a ser comercializada internacionalmente, em sites de leilão pela internet. 

A retomada da banda chega acompanhada do relançamento do álbum, empreitada do selo Ripohlandya, criado pelo pessoal da banda Anjo Gabriel, outro nome de peso dentro da cena pernambucana. O áudio foi restaurado e masterizado a partir de uma cópia do disco original da época e a prensagem do vinil é em 180 gramas, com capa dupla. O clássico ganhou também uma versão em CD, em luxuoso formato digipack.

Ao todo, a 18.ª edição do Psicodália terá em torno de cem atrações, entre shows musicais, teatrais, bazar e atividades de lazer e aventura. No site do evento, as inscrições estão abertas para interessados em apresentar propostas, até 02/01/2015. Também neste endereço a programação é atualizada permanentemente.

Estrutura
O Psicodália cresceu em estrutura e para 2015 as seis mil pessoas esperadas terão um espaço maior, com a mesma segurança e conforto que vem garantindo o lugar do evento entre os mais longevos festivais de música alternativa do Brasil.

A intenção Festival, que acontece ininterruptamente há 11 anos, é oferecer mais do que shows e workshops, uma experiência de vida que passa pelas artes, convivência e pelo contato com a natureza.  A Fazenda Evaristo, a 120 km de Curitiba (e 270 km de Florianópolis), é perfeita para a empreitada. São mais de 500 mil m2 de área verde que receberão toda a estrutura, com portaria, estacionamento e praça de alimentação 24 horas. O local terá ainda bares, minimercado e grandes áreas de camping arborizadas e equipadas com banheiros, iluminação, limpeza e segurança.

Pródiga em beleza natural, a região é e perfeita também para quem gosta de esportes de aventura. Lagoas e cascatas, trilhas e atividades como a tirolesa de 502 metros são garantia de diversão.

Serviço:
Psicodália 2015
13 a 18/02/2015
Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho (SC)
A compra do passaporte dá direito: camping, shows, oficinas; peças de teatro, mostras de cinema; cozinha coletiva; acesso a restaurantes e bares 24h; visitas a lagoas, cascatas e trilhas; estacionamento para bicicletas, carros, motos, ônibus e motorhome; e segurança 24h. As formas de pagamento disponíveis são: ONLINE: Cartão de Crédito (até 5x, com juros)*
CALL CENTER (41) 3015-0808: Transferência/depósito bancário. PONTOS DE VENDA:
- Dinheiro; Cartão de Crédito e Cartão de Débito.

Informações: www.psicodalia.com.br

Informações para imprensa:
De Inverno Comunicação – Adriane Perin
41 9902-1814 – deinverno1@gmail.com – Skype: Adriane_perin