quarta-feira, dezembro 02, 2009
Continuado sobre as bandas e seus discos além do muro...
...não sei se há guerra na próxima sexta, ou é lá no outro canal
Vamos para longe
Vamos pra onde eu vou
Será que é difícil esquecer os males?
Let's to the sunshine
Vamos pra onde eu vou
Será que é difícil esquecer os males?
Ontem me disseram que um dia eu vou morrer
Mas até lá eu não vou me esconder
Porque eu não estou nem aí pra morte
Não estou nem aí pra sorte
Eu quero mais é decolar toda manhã
Nave Ave...
sábado, novembro 21, 2009
Grandes bandas e seus discos, além do muro...
La oscura cadencia de la sangre,
el laberinto de la memoria,
y el niño que se ahoga
en la sucia charca del tiempo que
rumia sin sentido
la cajita de las ilusiones
y pinta con hiel la sonrisa
retorcida, casi rota.
¡Cuánto ruido corre por la cabeza!
Sordo murmullo que no ha de parar.
En el dial de mis neuronas
no encuentro la frecuencia que
ponga olas de mar
que acaricien la arena,
suave brisa que calme el dolor
de esta noche,
esta puta noche.
Huela el sudor de tu cuerpo
en las noches de mágia
al aroma del sol, tatuado en tu vientre
y me olvide de esta puta noche.
Es tan estrecha la senda
que te arrastra hasta el final del sueño.
Muerde tanto la herencia
de un tiempo olvidado ya.
Paraíso de la paz
inventado para jodernos bien,
ahora y en la hora
de nuestra muerte,
amén señor.
¡Cuánto ruido corre...
+ . +
Alguns albums:
* The Velvet Underground and Nico, 1967
* White Light/White Heat, 1968
* The Velvet Underground (álbum), 1969
terça-feira, novembro 10, 2009
Epopeia ‘on the road’ – 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
hasta mas...
terça-feira, outubro 20, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
Fim de semana cheio de Rock
no Hangar:
* a partir das 23:30h, EPOPEIA & RED TOMATOES (leia-se cartaz no post abaixo).
na EFAPI:
* a partir das 15h, no palco 3 (lá em cima, ao lado do Museu), tarde do "ENTREVERO DE ROCK", com várias bandas locais e regionais. O rock vai comer solto...
* a partir das 18h, no palco 2 (lá em baixo, ao lado da ConchAcústica)... bandas: PARANÓIA; THE SULKY; RED TOMATOES; EPOPEIA (19:30h); VARIANTES... nxZero (concha). por aí...
quarta-feira, setembro 23, 2009
segunda-feira, setembro 07, 2009
FEMIC 2009, próxima empreitada...
Classificamos uma música no Festival da Música e da Integração Catarinense e vamos defende-la nesta Quarta, dia 09/09, a partir das 20h no 14 Bis. Trata-se da canção: “O que penso de mim” (letra e música: Herman G. Silvani, Niko – banda Epopeia). A entrada é franca. Compareçam e torçam por nós. Adelante!
...disco lançado, tempo desConcertado!

Saímos na sexta a noite dar uma última divulgada no corpo-a-corpo pelas ruas da cidade, eu, Liza e Eliz. Acabamos no bar tomando umas cervejas e conversando com amigos. Já em casa, no cume do sono, as seis da manhã o telefone toca. Astronauta Pingüim chega. Vinha de Curitiba, onde faria uma discotecagem na noite anterior, o que acabou nem rolando, devido ao horário de ônibus e tudo mais. Pegamos o carro e fomos buscar o bicho na rodoviária, ele e seus teclados espaciais. Chegamos em casa, bebemos café e começamos uma longa e interminável conversa. Sobre tudo, tudo mesmo: produção de discos, música, cinema, instrumentos, shows, mídia, internet, etc. Pela fluência do diálogo, até parecia que já nos conhecíamos de longa data. O Pingüim é um cara muito simples, criativo e tem muita consciência. Sabe por onde anda. Isso é importante para alguém que trabalha e vive como ele, entre shows próprios, produções de estúdio, direção de shows, etc. Passamos o dia conversando e rindo muito. Até a chegada do Ramiro, o batera. Depois, as conversas triplicaram e as risadas mais ainda. Que figura! Bem que o Pingüim havia nos alertado. O ‘Rami’ (Ramiro), é um sarro, nada de ‘energia ruim’. O bicho é professor de fotografia e designe na Universidade em Caxias do Sul – RS. Comemos, bebemos e falamos muito. Conheço o bicho de um programa de rádio que ele e alguns ‘comparsas’ tinham em Xanxerê, anos atrás, o ‘Cobreiro’. Um programa muito legal, diga-se de passagem. Nisso, descobri que ele nasceu aqui e morou em Xanxerê, antes de ir para o Rio Grande. Já o Pingüim, é de POA, mas mora, atualmente, em São Paulo. Lembro da vez que ele veio tocar em Xapecó junto com o Júpiter Maça. Não vi o show, mas ouvi o final dele na parte de fora. Foi no antigo República CRC. Só lembro que aqueles sons sintetizados, moog e órgão entraram pelos ouvidos e afetaram minha mente. Depois fui conhecer seu som na internet. No meio da tarde fomos até o Hangar passar o som e organizar as coisas. Feito isso, nós, mais o Roberto Panarotto, fomos comer pizza e depois esticar um pouco as pernas e tomar os devidos banhos. As conversas e risos continuaram. Eu e a Liza testamos nossa resistência e conseguimos ficar 27 horas sem pregar os olhos, antes de tocar. Mas a energia da festa, no palco, superou o cansaço. Tínhamos uma missão, e ela foi completada. Os shows aconteceram, a festa foi grande, o público muito bom. Contrariamos a paranóia da gripe A, e salvamos muitas almas desoladas, pelo menos naquela noite. O experimentalismo, a divagação sonora, a energia criada com tudo, foi distribuída e rodou a pista e o palco do Hangar. Levantamos vôo e o tempo foi desConcertado. Algo ruidoso aconteceu. E continuamos, ‘em mo.vi.men.to...’
sexta-feira, agosto 21, 2009
2009: desConcerto do tempo
domingo, julho 19, 2009
*_*
MOVIMENTO, s.m. Estado em que um corpo muda continuamente de posição em relação a um ponto fixo; deslocação; variação de algumas quantidades; afluência de gente movendo-se; (...); rebelião; revolta; motim; (...); animação; agitação; andamento musical; evolução de idéia; marcha dos astros; marcha de tropas. mo.vi.men.to
(Dicionário Silveira Bueno, 1898 – 1989)
segunda-feira, julho 13, 2009
A propósito...
Música
Algo de miraculoso arde nela,
fronteiras ela molda aos nossos olhos.
É a única que continua a me falar
depois que todo o resto tem medo de estar perto.
Depois que o último amigo tiver desviado o seu olhar
ela ainda estará comigo no meu túmulo,
como se fosse o canto do primeiro trovão,
ou como se todas as flores explodissem em versos.
Anna Akhmátova
e.po.pei.a (poema épico)
A epopeia nasceu junto a história da humanidade. Enquanto trajetória, a data é incerta. É provavelmente o mais antigo texto literário escrito pelo homem. Com Homero, a epopeia é algo ‘fantástico’, uma macro-história de feitos contada em versos. E o tempo passa e a epopeia continua, agora refeita em ‘epopeias’. Foucault confirma essas, agora micro-histórias: epopeias de vidas pessoais narradas por historiadores, literatos e poetas, pela música ou pelo próprio protagonista. De algo macro, a ‘epopeia humana’, assim como a história e a poesia, passam a ser também particularizadas, ou seja, a história de cada um e de cada coisa, tem um valor insigne em si. Seja nas artes ou no cotidiano, no fantástico-além ou na realidade (seja ela abrupta ou não), a epopeia está presente em suas pequenas histórias (mas não menos importantes e relevantes). Tratamos agora de uma epopeia que surgiu na década de 1950, filha do jazz e blues (negro) com a música country (branca). Já nos anos de 1960, o rock, além de música, se confirmou como modo de vida de uma juventude que buscava seu espaço, sua própria voz. E foi nos anos 60 também que figurou no cinema o filme ‘2001: uma odisséia no espaço’ (epopeia futurista de Stanley Kubrick)... e é justamente no ano de 2001 que surge a banda Epopeia. E o que isso tem haver com história, literatura, poesia, cinema, artes? Muito... por fazer parte da história da humanidade e da história pessoal de cada um. A banda surge por uma necessidade em primeiro lugar: a de se expressar, comunicar, livremente, utilizando-se da linguagem musical. Mais tarde, passando significar sua continuidade através dos elementos que a constituem: no cinema, Stalker e Solaris de Tarkovsky, 2001 e Laranja Mecânica de Kubrick, assim como a trilogia do Silêncio de Bergman, enquanto Odilon Redon nas artes plásticas (na fase carvão de ‘o sonho - os negros’), inspiram ambientações sonoro-visuais à Epopeia e contribuem significativamente para sua constituição.
em mo.vi.men.to

* Nota sobre a arte-concepção (conceito), do disco:
A estética do disco - a cor (ou a falta dela):
“Por mais estranho que pareça, embora o mundo seja colorido, a imagem em preto e branco aproxima-se mais da verdade psicológica e naturalista da arte, fundamentada em propriedades especiais da visão e da audição.” (Tarkovsky)
* * * * *
- o exame de consciência
1. Intro.versão: (leia-se, exame íntimo da consciência); Por tudo o que foi e é.
* Motivo e razão para a proposta do disco: ‘passado e presente’. Tudo o que foi, passa a ser somado ao que é, re-significando o passado e constituindo o presente que é uma soma do que foi e de algo novo que ainda não se sabe ao certo o que é.
- que gerou o conhecimento de si próprio, levando-o à assumir-se
- O que penso de mim: Nós, humanos (ou o homem ‘eu’- eu e o outro), vivemos em tentativa de adaptação a natureza, sempre em conflito com o meio e consigo mesmo. Ao longo da história, criaram-se conceitos, valores e atributos aos seres humanos, na tentativa de designar características, personalidades e até referências do que é ‘este homem’, que mesmo em estado social, dentro de um todo, continua sendo único. Nisso, identidades se perdem e outras se criam. Constituíram-se morais e ordens que classificam o homem em grupos e/ou tipos de pessoas, segundo seu caráter individual/social. Nisso, a desigualdade, assim como uma tentativa de igualdade, que respeite as diferenças, acontece cotidianamente entre os homens. Além disso tudo, vivemos conflitos internos e externos, e todos vinculados a nossa existência. Sonho e realidade são constantes, e quem não tem realidade ou sonho em si, não vive, apenas existe fisicamente. “Horas estamos aqui, em nós mesmos, dentro de nossa realidade social/individual; horas fora, além, independente dos conceitos e do meio que nos cerca”. Há algo de misterioso nisso, algo espirituoso que vai além da razão, que ultrapassa os limites do conhecimento humano. Somos compostos (além de matéria e espírito/alma), do que ouvimos, comemos, compreendemos, e pensamos. Independente do que outros digam, do que nos conceituem dentro de um quadro social/moral, também somos o que pensamos ser: Nunca estou / Mas eu sou / O que eu penso de mim”.
- das invenções que se movem: instrumento que imita um evento da natureza, gera vento e assim, movimento
- Ventila-dores: Vivemos n’um mundo complexo e burocrático que nós mesmos criamos, além da natureza, e a natureza continua além deste mundo, caótica e livre. Tentamos ordenar nossos dias, estar seguros dentro do caos. Mas essa pretensa e idealizada segurança tem um preço: exploramos a natureza, consumindo seus recursos em prol deste mundo ‘organizado’ feito regras e mecanismos funcionais. Nisso, criamos espaços fechados (casas, escritórios, fábricas, etc.), onde podemos nos sentir seguros dos trâmites da natureza, e produzir nosso próprio meio. Mas até que ponto essa segurança é real? Disfarçamos nossas ‘dores’ e medos com paredes e sentimentos de segurança e certeza, mas nosso próprio mundo é incerto e caótico, assim como a natureza. Hoje, mais do que nunca, precisamos de ar (não puro, pois este já deixou de existir há um bom tempo). Ar que amenize o dito ‘aquecimento global’ ou ‘efeito estufa’. Precisamos de vento na carne para nos sentirmos pelo menos vivos. Então foi criada uma ‘máquina de fazer vento’, e isso, de certa forma, reproduz um evento da natureza, tão necessário para o corpo quanto para a alma. Os ventiladores, ventilam além do corpo, idéias, espaços onde o corpo e a mente se abrigam... ventilam dores. O ar fresco e o vento, nunca foram tão desejados quanto hoje, quando a humanidade sofre com o calor causado pela sua própria maquinaria, pelo seu próprio excesso. Os ventila-dores estão para amenizar uma falta, colaborar na satisfação de uma necessidade humana. Ventila-dores, assim como o globo, como rodas e cata-ventos, giram. É o andamento da vida, a continuidade do caos. Fixar os olhos em um ventilador por determinado tempo pode fazer enlouquecer. É a realidade que gira (ou a cabeça, depois de uma noite embriagada?). Ventila-dores provocam movimentos... E a equação? É pra não entender.
- o homem assumindo a si próprio, passando assim a conceber o mundo como sua casa, tendo o vento como companheiro
- Vagamundo (ou ‘Com o Vento’): Ele vagueia pelo mundo, errante, livre; Dentro (ou fora?), de um mundo cheio de burocracias, conceitos, ordens, artificialidades, maquinaria: escravidão. Um viajante que bebe seu tempo em tragos destilados do melhor veneno. Não espera sentado-acomodado a hora de morrer, nem seu salário no final do mês. Não canta a velha canção que diz: ‘Vou andando contra o vento...’. Não quer liberdade institucional, quer estar com o vento no meio da tempestade: ‘Vou andando com o vento...’. O Vagamundo quer andar, só por andar. Ele descobriu o que realmente é. E o que ele é, é o que pensa das coisas e de si próprio. O Vagamundo, não se importa mais com os conceitos inventados para rotular humanos. Para o que vagueia pelo mundo, o momento é algo importante. O passado já foi e o futuro não existe (ele ainda não chegou e nunca chega). Tudo é presente e o passado um espelho que reflete... O futuro é o eterno ‘nunca chega’. Para diminuir e insignificar o Vagamundo, existe o termo ‘vagabundo’, em uso discriminatório e preconceituoso. Isso porque o Vagamundo representa perigo à cultura do medo. Sua casa é o mundo por onde vagueia. O Vagamundo não tem ouvidos para os medíocres, como o Zaratustra de Nietzsche, cansou-se dos cadáveres. Ele continua com o vento, andando, enquanto o chamam “vagabundo em vão...”
- a tomada de consciência, onde se reconhece o próprio eu e o meio como algo que precisa se mover e transformar-se junto à natureza... a continuação
- Novo início: Tudo o que vivemos, por tudo e por onde passamos, acumulamos experiências, conhecimentos (perdemos alguns, e somos constituídos a partir desse movimento: ‘o andar para qualquer lugar ou para lugar nenhum’. Os sentidos apuram ou desaparecem com o tempo. Nisso, a humanidade se constrói e se perde. Encerrar o mundo atrás de nós e começar outro novo, participar de um novo contexto. Quando ‘os profetas do apocalipse’ dizem: ‘o mundo vai acabar!’, desconfie. Nós morreremos, é certo, mas o mundo continua, independente de nossa existência ou não. A natureza é viva, e é dela nossa maior fonte de alimentos, e para ela, seremos apenas compostos orgânicos quando este mundo se transformar. Muitas idéias prevalecerão, continuarão, outras, sucumbirão no vento. É preciso rever o mundo e a cultura, compreendendo o Movimento Caótico das Coisas, ou, o próprio Caos, não como ‘fim de mundo’, mas sim como ‘possibilidade de transformação’. É importante saber o que seremos no futuro? E não seria mais importante ainda saber o que somos agora, no presente? Adquirir olhares do andante que vagueia com o vento. É preciso despir o mundo, viver mais intensamente o momento, pois todo ele é único, e o que foi dito e feito uma única vez, ecoará para todo o sempre. Parte essencial de toda transformação: ousar: CANTAR – AMAR – VIVER – SONHAR. Cantar: ninguém nem nada ama sem uma canção, seja ela na ponta da língua, no vibrar das cordas vocais, ouvida e composta pela cabeça ou mesmo na alma. Amar: ninguém vive sem o motor da vida que é o amor (aqui também entendido como prazer – amor depende de prazer e prazer depende de amor). Viver: ninguém continua se não sentir amor/prazer. Existir, até é possível, mas há pouca diferença entre existir e morrer, são duas coisas que não suscitam movimento, apenas reprodução-estagnada. Sonhar: porque quem não vive não sonha (e vice-versa), apenas existe. A vida é real, o sonho, pode ser... A vida é intransferível, o sonho, também. Enfim, a vida prossegue, caótica, abundante, intensa, misteriosa... viva. ‘Virar o disco’ é prosseguir; do outro lado existem outras canções para serem ouvidas e/ou cantadas. O que não se transforma morre, como o que não se move já está morto. Por isso, é necessário andar, sempre, rumo à um “Novo Início”.
desConcertanto o habitual
“Stalker” (Andrei Tarkovsky)
http://www.ufscar.br/rua/site/?p=1793
* Notas sobre a trilha sonora (Intro.versão / Esculpir el tiempo):
A textura sonora - o som (ou a falta dele):
“(...) Não um silêncio qualquer que cala e não fala, e sim o silêncio próprio do sem fronteira que as palavras carregam. Stalker não é apenas um filme nem se limita a uma obra de arte. Há algo de outro que se esgueira na gritaria do silêncio das imagens e sons.” (CineSophia)
CríticArte...
“O que hoje passa por arte é, na sua maior parte, mentira, pois é uma falácia supor que o método pode tornar-se o significado e o objetivo da arte. Não obstante, a maior parte dos artistas contemporâneos passa o seu tempo em exibições auto complacentes de método.”“A questão da vanguarda é peculiar ao século XX, à época em que a arte vem progressivamente perdendo a sua espiritualidade. A situação é ainda pior nas artes visuais, que hoje estão quase inteiramente privadas de espiritualidade. A opinião corrente é a de que esta situação reflete a “desespiritualização” da sociedade moderna, um diagnóstico com o qual, a nível de simples constatação da tragédia, concordo plenamente: trata-se mesmo de um reflexo da atual situação. A arte, porém, não deve apenas refletir, mas também transcender; seu papel é fazer com que a visão espiritual influencie a realidade, como fez Dostoiesvski, o primeiro a expressar de forma inspirada o mal da época.”
Andrei Tarkovsky em “Esculpir o Tempo”
segunda-feira, maio 25, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
Epopeia é destaque...
http://agendachapeco.com.br/?menu=notici
&
http://www.valvularock.com.br/materias/b
...a Epopeia continua!
sábado, março 07, 2009
entrevista com a Epopeia ..


Entrevista e fotos do agenda com a Epopeia, sobre a banda e o Entrevero:
http://www.agendachapeco.com.br/?menu=no
confiram...
adelante!


































