terça-feira, outubro 06, 2009
Fim de semana cheio de Rock
no Hangar:
* a partir das 23:30h, EPOPEIA & RED TOMATOES (leia-se cartaz no post abaixo).
na EFAPI:
* a partir das 15h, no palco 3 (lá em cima, ao lado do Museu), tarde do "ENTREVERO DE ROCK", com várias bandas locais e regionais. O rock vai comer solto...
* a partir das 18h, no palco 2 (lá em baixo, ao lado da ConchAcústica)... bandas: PARANÓIA; THE SULKY; RED TOMATOES; EPOPEIA (19:30h); VARIANTES... nxZero (concha). por aí...
quarta-feira, setembro 23, 2009
segunda-feira, setembro 07, 2009
FEMIC 2009, próxima empreitada...
Classificamos uma música no Festival da Música e da Integração Catarinense e vamos defende-la nesta Quarta, dia 09/09, a partir das 20h no 14 Bis. Trata-se da canção: “O que penso de mim” (letra e música: Herman G. Silvani, Niko – banda Epopeia). A entrada é franca. Compareçam e torçam por nós. Adelante!
...disco lançado, tempo desConcertado!

Saímos na sexta a noite dar uma última divulgada no corpo-a-corpo pelas ruas da cidade, eu, Liza e Eliz. Acabamos no bar tomando umas cervejas e conversando com amigos. Já em casa, no cume do sono, as seis da manhã o telefone toca. Astronauta Pingüim chega. Vinha de Curitiba, onde faria uma discotecagem na noite anterior, o que acabou nem rolando, devido ao horário de ônibus e tudo mais. Pegamos o carro e fomos buscar o bicho na rodoviária, ele e seus teclados espaciais. Chegamos em casa, bebemos café e começamos uma longa e interminável conversa. Sobre tudo, tudo mesmo: produção de discos, música, cinema, instrumentos, shows, mídia, internet, etc. Pela fluência do diálogo, até parecia que já nos conhecíamos de longa data. O Pingüim é um cara muito simples, criativo e tem muita consciência. Sabe por onde anda. Isso é importante para alguém que trabalha e vive como ele, entre shows próprios, produções de estúdio, direção de shows, etc. Passamos o dia conversando e rindo muito. Até a chegada do Ramiro, o batera. Depois, as conversas triplicaram e as risadas mais ainda. Que figura! Bem que o Pingüim havia nos alertado. O ‘Rami’ (Ramiro), é um sarro, nada de ‘energia ruim’. O bicho é professor de fotografia e designe na Universidade em Caxias do Sul – RS. Comemos, bebemos e falamos muito. Conheço o bicho de um programa de rádio que ele e alguns ‘comparsas’ tinham em Xanxerê, anos atrás, o ‘Cobreiro’. Um programa muito legal, diga-se de passagem. Nisso, descobri que ele nasceu aqui e morou em Xanxerê, antes de ir para o Rio Grande. Já o Pingüim, é de POA, mas mora, atualmente, em São Paulo. Lembro da vez que ele veio tocar em Xapecó junto com o Júpiter Maça. Não vi o show, mas ouvi o final dele na parte de fora. Foi no antigo República CRC. Só lembro que aqueles sons sintetizados, moog e órgão entraram pelos ouvidos e afetaram minha mente. Depois fui conhecer seu som na internet. No meio da tarde fomos até o Hangar passar o som e organizar as coisas. Feito isso, nós, mais o Roberto Panarotto, fomos comer pizza e depois esticar um pouco as pernas e tomar os devidos banhos. As conversas e risos continuaram. Eu e a Liza testamos nossa resistência e conseguimos ficar 27 horas sem pregar os olhos, antes de tocar. Mas a energia da festa, no palco, superou o cansaço. Tínhamos uma missão, e ela foi completada. Os shows aconteceram, a festa foi grande, o público muito bom. Contrariamos a paranóia da gripe A, e salvamos muitas almas desoladas, pelo menos naquela noite. O experimentalismo, a divagação sonora, a energia criada com tudo, foi distribuída e rodou a pista e o palco do Hangar. Levantamos vôo e o tempo foi desConcertado. Algo ruidoso aconteceu. E continuamos, ‘em mo.vi.men.to...’
sexta-feira, agosto 21, 2009
2009: desConcerto do tempo
domingo, julho 19, 2009
*_*
MOVIMENTO, s.m. Estado em que um corpo muda continuamente de posição em relação a um ponto fixo; deslocação; variação de algumas quantidades; afluência de gente movendo-se; (...); rebelião; revolta; motim; (...); animação; agitação; andamento musical; evolução de idéia; marcha dos astros; marcha de tropas. mo.vi.men.to
(Dicionário Silveira Bueno, 1898 – 1989)
segunda-feira, julho 13, 2009
A propósito...
Música
Algo de miraculoso arde nela,
fronteiras ela molda aos nossos olhos.
É a única que continua a me falar
depois que todo o resto tem medo de estar perto.
Depois que o último amigo tiver desviado o seu olhar
ela ainda estará comigo no meu túmulo,
como se fosse o canto do primeiro trovão,
ou como se todas as flores explodissem em versos.
Anna Akhmátova
e.po.pei.a (poema épico)
A epopeia nasceu junto a história da humanidade. Enquanto trajetória, a data é incerta. É provavelmente o mais antigo texto literário escrito pelo homem. Com Homero, a epopeia é algo ‘fantástico’, uma macro-história de feitos contada em versos. E o tempo passa e a epopeia continua, agora refeita em ‘epopeias’. Foucault confirma essas, agora micro-histórias: epopeias de vidas pessoais narradas por historiadores, literatos e poetas, pela música ou pelo próprio protagonista. De algo macro, a ‘epopeia humana’, assim como a história e a poesia, passam a ser também particularizadas, ou seja, a história de cada um e de cada coisa, tem um valor insigne em si. Seja nas artes ou no cotidiano, no fantástico-além ou na realidade (seja ela abrupta ou não), a epopeia está presente em suas pequenas histórias (mas não menos importantes e relevantes). Tratamos agora de uma epopeia que surgiu na década de 1950, filha do jazz e blues (negro) com a música country (branca). Já nos anos de 1960, o rock, além de música, se confirmou como modo de vida de uma juventude que buscava seu espaço, sua própria voz. E foi nos anos 60 também que figurou no cinema o filme ‘2001: uma odisséia no espaço’ (epopeia futurista de Stanley Kubrick)... e é justamente no ano de 2001 que surge a banda Epopeia. E o que isso tem haver com história, literatura, poesia, cinema, artes? Muito... por fazer parte da história da humanidade e da história pessoal de cada um. A banda surge por uma necessidade em primeiro lugar: a de se expressar, comunicar, livremente, utilizando-se da linguagem musical. Mais tarde, passando significar sua continuidade através dos elementos que a constituem: no cinema, Stalker e Solaris de Tarkovsky, 2001 e Laranja Mecânica de Kubrick, assim como a trilogia do Silêncio de Bergman, enquanto Odilon Redon nas artes plásticas (na fase carvão de ‘o sonho - os negros’), inspiram ambientações sonoro-visuais à Epopeia e contribuem significativamente para sua constituição.
em mo.vi.men.to

* Nota sobre a arte-concepção (conceito), do disco:
A estética do disco - a cor (ou a falta dela):
“Por mais estranho que pareça, embora o mundo seja colorido, a imagem em preto e branco aproxima-se mais da verdade psicológica e naturalista da arte, fundamentada em propriedades especiais da visão e da audição.” (Tarkovsky)
* * * * *
- o exame de consciência
1. Intro.versão: (leia-se, exame íntimo da consciência); Por tudo o que foi e é.
* Motivo e razão para a proposta do disco: ‘passado e presente’. Tudo o que foi, passa a ser somado ao que é, re-significando o passado e constituindo o presente que é uma soma do que foi e de algo novo que ainda não se sabe ao certo o que é.
- que gerou o conhecimento de si próprio, levando-o à assumir-se
- O que penso de mim: Nós, humanos (ou o homem ‘eu’- eu e o outro), vivemos em tentativa de adaptação a natureza, sempre em conflito com o meio e consigo mesmo. Ao longo da história, criaram-se conceitos, valores e atributos aos seres humanos, na tentativa de designar características, personalidades e até referências do que é ‘este homem’, que mesmo em estado social, dentro de um todo, continua sendo único. Nisso, identidades se perdem e outras se criam. Constituíram-se morais e ordens que classificam o homem em grupos e/ou tipos de pessoas, segundo seu caráter individual/social. Nisso, a desigualdade, assim como uma tentativa de igualdade, que respeite as diferenças, acontece cotidianamente entre os homens. Além disso tudo, vivemos conflitos internos e externos, e todos vinculados a nossa existência. Sonho e realidade são constantes, e quem não tem realidade ou sonho em si, não vive, apenas existe fisicamente. “Horas estamos aqui, em nós mesmos, dentro de nossa realidade social/individual; horas fora, além, independente dos conceitos e do meio que nos cerca”. Há algo de misterioso nisso, algo espirituoso que vai além da razão, que ultrapassa os limites do conhecimento humano. Somos compostos (além de matéria e espírito/alma), do que ouvimos, comemos, compreendemos, e pensamos. Independente do que outros digam, do que nos conceituem dentro de um quadro social/moral, também somos o que pensamos ser: Nunca estou / Mas eu sou / O que eu penso de mim”.
- das invenções que se movem: instrumento que imita um evento da natureza, gera vento e assim, movimento
- Ventila-dores: Vivemos n’um mundo complexo e burocrático que nós mesmos criamos, além da natureza, e a natureza continua além deste mundo, caótica e livre. Tentamos ordenar nossos dias, estar seguros dentro do caos. Mas essa pretensa e idealizada segurança tem um preço: exploramos a natureza, consumindo seus recursos em prol deste mundo ‘organizado’ feito regras e mecanismos funcionais. Nisso, criamos espaços fechados (casas, escritórios, fábricas, etc.), onde podemos nos sentir seguros dos trâmites da natureza, e produzir nosso próprio meio. Mas até que ponto essa segurança é real? Disfarçamos nossas ‘dores’ e medos com paredes e sentimentos de segurança e certeza, mas nosso próprio mundo é incerto e caótico, assim como a natureza. Hoje, mais do que nunca, precisamos de ar (não puro, pois este já deixou de existir há um bom tempo). Ar que amenize o dito ‘aquecimento global’ ou ‘efeito estufa’. Precisamos de vento na carne para nos sentirmos pelo menos vivos. Então foi criada uma ‘máquina de fazer vento’, e isso, de certa forma, reproduz um evento da natureza, tão necessário para o corpo quanto para a alma. Os ventiladores, ventilam além do corpo, idéias, espaços onde o corpo e a mente se abrigam... ventilam dores. O ar fresco e o vento, nunca foram tão desejados quanto hoje, quando a humanidade sofre com o calor causado pela sua própria maquinaria, pelo seu próprio excesso. Os ventila-dores estão para amenizar uma falta, colaborar na satisfação de uma necessidade humana. Ventila-dores, assim como o globo, como rodas e cata-ventos, giram. É o andamento da vida, a continuidade do caos. Fixar os olhos em um ventilador por determinado tempo pode fazer enlouquecer. É a realidade que gira (ou a cabeça, depois de uma noite embriagada?). Ventila-dores provocam movimentos... E a equação? É pra não entender.
- o homem assumindo a si próprio, passando assim a conceber o mundo como sua casa, tendo o vento como companheiro
- Vagamundo (ou ‘Com o Vento’): Ele vagueia pelo mundo, errante, livre; Dentro (ou fora?), de um mundo cheio de burocracias, conceitos, ordens, artificialidades, maquinaria: escravidão. Um viajante que bebe seu tempo em tragos destilados do melhor veneno. Não espera sentado-acomodado a hora de morrer, nem seu salário no final do mês. Não canta a velha canção que diz: ‘Vou andando contra o vento...’. Não quer liberdade institucional, quer estar com o vento no meio da tempestade: ‘Vou andando com o vento...’. O Vagamundo quer andar, só por andar. Ele descobriu o que realmente é. E o que ele é, é o que pensa das coisas e de si próprio. O Vagamundo, não se importa mais com os conceitos inventados para rotular humanos. Para o que vagueia pelo mundo, o momento é algo importante. O passado já foi e o futuro não existe (ele ainda não chegou e nunca chega). Tudo é presente e o passado um espelho que reflete... O futuro é o eterno ‘nunca chega’. Para diminuir e insignificar o Vagamundo, existe o termo ‘vagabundo’, em uso discriminatório e preconceituoso. Isso porque o Vagamundo representa perigo à cultura do medo. Sua casa é o mundo por onde vagueia. O Vagamundo não tem ouvidos para os medíocres, como o Zaratustra de Nietzsche, cansou-se dos cadáveres. Ele continua com o vento, andando, enquanto o chamam “vagabundo em vão...”
- a tomada de consciência, onde se reconhece o próprio eu e o meio como algo que precisa se mover e transformar-se junto à natureza... a continuação
- Novo início: Tudo o que vivemos, por tudo e por onde passamos, acumulamos experiências, conhecimentos (perdemos alguns, e somos constituídos a partir desse movimento: ‘o andar para qualquer lugar ou para lugar nenhum’. Os sentidos apuram ou desaparecem com o tempo. Nisso, a humanidade se constrói e se perde. Encerrar o mundo atrás de nós e começar outro novo, participar de um novo contexto. Quando ‘os profetas do apocalipse’ dizem: ‘o mundo vai acabar!’, desconfie. Nós morreremos, é certo, mas o mundo continua, independente de nossa existência ou não. A natureza é viva, e é dela nossa maior fonte de alimentos, e para ela, seremos apenas compostos orgânicos quando este mundo se transformar. Muitas idéias prevalecerão, continuarão, outras, sucumbirão no vento. É preciso rever o mundo e a cultura, compreendendo o Movimento Caótico das Coisas, ou, o próprio Caos, não como ‘fim de mundo’, mas sim como ‘possibilidade de transformação’. É importante saber o que seremos no futuro? E não seria mais importante ainda saber o que somos agora, no presente? Adquirir olhares do andante que vagueia com o vento. É preciso despir o mundo, viver mais intensamente o momento, pois todo ele é único, e o que foi dito e feito uma única vez, ecoará para todo o sempre. Parte essencial de toda transformação: ousar: CANTAR – AMAR – VIVER – SONHAR. Cantar: ninguém nem nada ama sem uma canção, seja ela na ponta da língua, no vibrar das cordas vocais, ouvida e composta pela cabeça ou mesmo na alma. Amar: ninguém vive sem o motor da vida que é o amor (aqui também entendido como prazer – amor depende de prazer e prazer depende de amor). Viver: ninguém continua se não sentir amor/prazer. Existir, até é possível, mas há pouca diferença entre existir e morrer, são duas coisas que não suscitam movimento, apenas reprodução-estagnada. Sonhar: porque quem não vive não sonha (e vice-versa), apenas existe. A vida é real, o sonho, pode ser... A vida é intransferível, o sonho, também. Enfim, a vida prossegue, caótica, abundante, intensa, misteriosa... viva. ‘Virar o disco’ é prosseguir; do outro lado existem outras canções para serem ouvidas e/ou cantadas. O que não se transforma morre, como o que não se move já está morto. Por isso, é necessário andar, sempre, rumo à um “Novo Início”.
desConcertanto o habitual
“Stalker” (Andrei Tarkovsky)
http://www.ufscar.br/rua/site/?p=1793
* Notas sobre a trilha sonora (Intro.versão / Esculpir el tiempo):
A textura sonora - o som (ou a falta dele):
“(...) Não um silêncio qualquer que cala e não fala, e sim o silêncio próprio do sem fronteira que as palavras carregam. Stalker não é apenas um filme nem se limita a uma obra de arte. Há algo de outro que se esgueira na gritaria do silêncio das imagens e sons.” (CineSophia)
CríticArte...
“O que hoje passa por arte é, na sua maior parte, mentira, pois é uma falácia supor que o método pode tornar-se o significado e o objetivo da arte. Não obstante, a maior parte dos artistas contemporâneos passa o seu tempo em exibições auto complacentes de método.”“A questão da vanguarda é peculiar ao século XX, à época em que a arte vem progressivamente perdendo a sua espiritualidade. A situação é ainda pior nas artes visuais, que hoje estão quase inteiramente privadas de espiritualidade. A opinião corrente é a de que esta situação reflete a “desespiritualização” da sociedade moderna, um diagnóstico com o qual, a nível de simples constatação da tragédia, concordo plenamente: trata-se mesmo de um reflexo da atual situação. A arte, porém, não deve apenas refletir, mas também transcender; seu papel é fazer com que a visão espiritual influencie a realidade, como fez Dostoiesvski, o primeiro a expressar de forma inspirada o mal da época.”
Andrei Tarkovsky em “Esculpir o Tempo”
segunda-feira, maio 25, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
Epopeia é destaque...
http://agendachapeco.com.br/?menu=notici
&
http://www.valvularock.com.br/materias/b
...a Epopeia continua!
sábado, março 07, 2009
entrevista com a Epopeia ..


Entrevista e fotos do agenda com a Epopeia, sobre a banda e o Entrevero:
http://www.agendachapeco.com.br/?menu=no
confiram...
adelante!
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Entrevero de Rock!
Epopeia no Psicodália 2009...
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
e viva o Entrevero!!

Confirmado, mais de 18 bandas envolvidas em um só pensamento - ENTREVERO DE ROCK , e a primeira edição acontece no dia 5 de março no 14 Bis em Chapecó - SC.
Mister Magoo e Epopeia abrem a temporada,
apoiados pela unochapecó e seus acadêmicos,
o ano promete ser bem roqueiro e o principal recheado de bandas com trabalho autoral !!!!
PROJETO ENTREVERO DE ROCK !!! FIQUEM LIGADOS !!!!!
segunda-feira, dezembro 08, 2008

ENTREVERO DE ROCK II: A Missão
"Se o sertanejo é universitário, o Rock é PHD"
EPOPÉIA
X
BUENA VISTA
Dia: 19 de Dezembro (Sexta)
Local: Hangar (ex-Dubai)
Horário: 23h
Ingressos antecipados: R$ 7,00
Na hora: R$ 10,00 -
(parte do dinheiro será destinado aos atingidos das enchentes de SC)
Antecipados: Sebo Old Music, Bar da Dulce, Café Brasiliano.
Apoio:
Djorge's Lanches (Bairro Efapi)
terça-feira, dezembro 02, 2008
EPOPÉIA & REPOLHO...
Duas bandas chapecoenses são destaques na MTV
Dia 26/11 foi a noite em que Repolho figurou no programa ‘MTV procura com Cachorro Grande’, já a Epopéia foi no dia 01/12. O programa foi dividido em uma série de episódios que foram ao ar durante três semanas, de segunda a quarta-feira. Cada episódio do programa, teve a duração de 30 min. (iniciando ás 23h), com reprise nas sextas e domingos. Apesar do espaço para as bandas ter sido restrito, foi válido pela divulgação em rede nacional (independente das opiniões da banda Cachorro Grande, pois essas foram pessoais e pouco interferem na realidade cotidiana das bandas). Algumas bandas foram criticadas, outras elogiadas, e o mundo continua girando... As bandas chapecoenses, neste contexto, tiveram bons elogios da Cachorro Grande. O destaque dos comentários, foi em torno da originalidade e criatividade das bandas daqui. Os programas estão na internet, no you tube, e comentários no site da mtv: www.mtv.com.br (programas: MTV procura com Cachorro Grande). Em suma, é o ‘rock xapecoense’, que mesmo sofrido, resiste aos modismos.
Conheça e ouça as bandas em:
www.myspace.com/epopeia
www.myspace.com/bandarepolho
sexta-feira, novembro 28, 2008
MTV Achou...
provavelmente foram trocados os nomes das bandas
e Repolho (que causou estrondo), que seria dia 01/12, foi dia 26/11..
agora, Epopéia, certamente, será dia 01/12 segunda, ás 23h na MTV...
é o 'Rock Xapecoense' transgredindo as formas e formatações...
www.mtv.com.br (programas: mtv procura com cachorro grande)
http://mtv.uol.com.br/cachorrogrande/oqu
terça-feira, outubro 14, 2008
EPOPÉIA & Stylin’Music...

Agradecemos à todos que colaboraram com a banda e para que a festa desse certo. E deu: Paulo, Denise, Guilherme e Ted Mechanic, Hedy, Roberta e toda a galera de Design, amigos, casa Per Tutti, público...
A Epopéia continua...
o Novo Rock do Velho Oeste...

6º Período de Design da Unoesc Xanxerê apresenta:
Stylin’Music
Dia 11/10 (sábado)
na Per Tutti – Xaxim – SC
com as Bandas:
*EPOPÉIA (Chapecó)
*Ted Mechanic & Órbita Rock (Xanxerê)
DJ: Fábio (Xanxerê)
Ingressos:
6º Período de Design (Unoesc Xxê);
Pa-Paulo (Xxê);
Per Tutti (Xaxim)
perfil: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.asp
quarta-feira, setembro 24, 2008
FESTA DE ROCK & ARTE
*Epopéia - www.myspace.com/epopeia
*Diabo a Quatro -www.myspace.com/bandadiaboaquatro
+ Hip Hop, malabares, cinema, capoeira, Dj e etc...
dia 26/09/08 (sexta-feira)
Local: Sede da Afusoeste (Nereu Ramos)
à partir das 22Hs
Participe!
quinta-feira, julho 31, 2008
Filosofia Rock...

Cachorro Grande em busca da fama – bandas do Sul (projeto MTV): em Xapecó, um ‘Entrevero de Rock’ com Epopéia & Repolho...
Chegada a hora, com um pouco de atraso (o que não é novidade neste mundo turbulento dos eventos e festas noturnas), subimos ao palco. Já era passado da meia noite, portanto dia 27 de julho, e não mais 26. Logo de início tivemos que mudar o repertório, alterando a seqüência ensaiada das músicas, já que as 4 primeiras deveriam ser as principais para a gravação (sugestão da diretora do programa da MTV). Isso, de certo modo, causou um certo entrevero. Mas nada demais (aliás, fizemos jus ao nome da festa). Começamos com tudo (ou quase tudo), e depois veio a improvisação devido a mudança repentina. Mas isso é algo que acontece, não? E ás vezes funciona. E desta vez acho que funcionou. Mas o pior, para nós que estávamos no palco, foi o retorno muito baixo. Por mais que o dono do som tenha se esforçado para deixar a coisa boa, os retornos não retornavam. O cara foi empenhado, preocupou-se com a banda e a apresentação, mas... e aplaudimos ele por isso. Isso, de certo modo retardou um pouco nossa virtuosidade musical (que já não é muita), tornando também um pouco mais amena nossa performance em palco. Mas, já que tocar era nossa função, foi o que fizemos. Poderíamos ter dado mais de nós mesmos, mas juntando a pouca audição, com a dose de nervosismo por estar sendo assistido e filmado pela MTV e pela banda Cachorro Grande, e o trago que foi um pouco maior do que a média (ou não!), fomos até bem (pelo menos é o que dizem). Tocar naquele dia, naquele momento, foi algo muito bom. O público, sem comentários! Se não o melhor, um dos melhores que já tocamos enquanto Epopéia. Enfim...
O Tuba, um pouco mais tenso que das outras vezes, mas como sempre, baixou o cacete na batera, e mesmo ela, a todo instante querendo fugir dele, conseguiu manter sua relação incomum com o instrumento, fazendo-se ouvir e soar como ele mesmo é. Liza, com sua sutileza, serenidade, boa marcação e criatividade peculiar, outra vez segurou a onda, não deixando ninguém na mão, principalmente eu, que dependo do baixo, acho que mais do que ninguém, por se guitarrista. Eliz, um pouco tensa, mas não menos vigorosa - a voz da banda – cantou, dançou, comunicou... fez-se ouvir, registrando mais uma vez sua personalidade enquanto a ‘mulher de frente’ da banda. Eu, por minha vez, fui um pouco mais cuidadoso que das outras vezes, devido a falta de audição (já que sou um pouco surdo de um dos ouvidos mesmo), e a tensão que a todos de certa forma, fez ter mais cautela. Mas isso não impediu meus timbres e meu corpo de vibrar além do homem. Isso tudo, contando com o público leal ao rock que se fez presente, a parceria com a banda Repolho, com a casa e o dono do som, tornou a festa e a apresentação, uma das melhores que já fizemos.
Logo depois da apresentação fomos saudar a equipe da MTV e a Cachorro Grande pela presença e escolha da banda entre as 17 do Sul do país na participação deste projeto. Como nós, todos estavam alegres e se divertindo com o evento. A gravação se deu numa conversa informal entre pessoas que se encontram numa noite divertida com seus copos de bebida na mão. Já no primeiro contato, a simpatia dos figuras transpareceu, nos deixando mais a vontade. Chego a pensar, se tivéssemos nos conhecido antes de tocar, gravado antes, perderíamos a tensão e tudo funcionaria melhor. Mas enfim... e quem disse que não funcionou? Depois do bate-papo, de uns tragos e tal, algumas fotos para registrar o momento. E a noite continuou, com a bela festa e a performática e irreverente apresentação da banda Repolho, a qual, a um bom tempo, vínhamos pensando em dividir o palco, uma antiga vontade nossa. Admiramos muito o trabalho dos Panarotto e banda. Em cada apresentação são diferentes e originais. Gosto da postura anárquica que faz com que a banda tenha estilo.
Já no domingo nos dirigimos, na meia tarde, para um sítio situado próximo ao aeroporto, onde rolou a gravação do programa com a banda Repolho, seguido de uma cervejada e um jantar de costelão com a equipe da MTV e a trupe da Cachorro, tudo regado a um bom bate-papo e música. A gravação com a Repolho foi muito boa sonora/musicalmente, além de divertida. Cerveja boa e gelada, costela melhor ainda, e tudo certo. O passarinho (batera da Repolho e maestro dos espetos), com sua bombacha, já apertada, dos tempos em que chuleava no CTG (creio eu), e a camiseta preta do Slayer dos tempos em que balançava a cabeça nos shows de metal (também creio), preparou um costelão do tipo! A simplicidade e simpatia do Diogo, produtor da Cachorro, da Betina (diretora do programa), do Beto Bruno e demais ‘cachorrada’, da equipe técnica, do Marcelo (novo baixista da Repolho), o qual não conhecíamos ainda (gente muito boa!), sem falar do Roberto e Demétrio (conhecidos antigos e promovedores do rock Xapecoense), fizeram com que ficássemos a vontade para falar das bandas e demais temas relacionados ao rock no país e fora dele, além de cinema e literatura e outros bichos. Brincadeiras e tragos, canções e muitos risos fizeram do dia algo muito agradável. Acompanho a Cachorro desde o primeiro disco, entrevistas televisivas, revistas, apresentações, e sinceramente, havia criado uma imagem da banda, a que hoje, posso dizer: superficial, televisual, um pouco distorcida. Agora, conhecendo os bastidores, os caras de perto, fora do palco e longe dos refletores, posso dizer que fazem o que gostam realmente, e o que querem fazer (de certo modo). Os bichos tem uma postura interessante para lidar com o tipo de vida que agora levam, o de contratos e shows, hotéis, estrada, etc. Ainda depois do churrasco, a festa se estendeu até altas horas da noite.
Chegada a hora de ir embora, nos despedimos, certos de que aqueles dias foram muitos proveitosos, musicalmente falando, mas também pela troca de experiências e conhecimento entre pessoas que respiram o mesmo ar, independente do local em que se encontram e do que pensam, o ar de quem vive o rock. Enfim... não há fim.
&...
Saiu o resultado do projeto e não fomos a banda escolhida (snif! / he,he!). Mas ficamos felizes por estarmos entre as 17 selecionadas no Sul do país, e por terem curtido nossa apresentação, as músicas da banda e a festa, sabendo que ‘a coisa não foi fácil’, como bem foi dito pela ‘Cachorrada’. Estar ao lado de bandas como Aerocirco e Lenzi Brothers, que já tem discos oficiais gravados e uma certa estrada no rock do Sul, uma certa consagração e profissionalismo, já nos deixa contentes. E por falar em Lenzi Brothers, nossos parabéns para a banda! Foram eles os escolhidos para tocar na capital gaúcha com a Cachorro Grande. Os caras são bons e fizeram por merecer. Enfim... valeu a participação, a amizade gerada e a festa como um todo. Adelante el rock! A Epopéia continua...
Herman ou Niko (Epopéia).
sexta-feira, julho 18, 2008
EntreVero!!!!

quarta-feira, julho 16, 2008
sexta-feira, julho 11, 2008
quarta-feira, julho 09, 2008
AGORA É PRA VALER!
(agora sai!)
com: Rawones - Epopéia - Buena Vista Revolução - e jams...
dia: 12/07 (sábado)
- véspera do dia mundial do Rock -
início: 21h
local: sede entrada atrás da Sadia
- haverão placas identificando -
maiores informações e mapa em:
http://rockpampers.blogspot.com
terça-feira, junho 10, 2008
domingo, junho 01, 2008
Rock de Inverno
EPOPÉIA
no
Skola's bar
sexta, 06 de junho
lá pelas 21:30h
(em frente ao posto Negreto)
entrada franca
www.myspace.com/epopeia
"a Epopéia continua..."
























